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Pirarucu invasor: manejo captura 361 exemplares na Resex Rio Cautário

• 01:49:00
Pirarucu invasor: manejo captura 361 exemplares na Resex Rio Cautário
Arquivo/Rondônia Dinâmica (2024) — manejo comunitário de pirarucu relacionado à Reserva Rio Cautário; não mostra capturas de 2026 — origem e licença da imagem

Duas etapas de manejo de pirarucu invasor na Reserva Rio Cautário, em Costa Marques, capturaram 361 exemplares entre agosto e outubro de 2026.

Por Redação Pimenta Notícias

Duas etapas de manejo de pirarucu invasor na Reserva Rio Cautário, em Costa Marques, capturaram 361 exemplares entre agosto e outubro de 2026.

A Sedam contabilizou 18,9 toneladas de peso bruto, 17,1 toneladas de pescado eviscerado e aproximadamente R$ 180 mil gerados com participação de cerca de 40 extrativistas.

Contexto e importância

A ação conjuga controle ambiental de espécie considerada invasora e atividade econômica comunitária.

O que o leitor precisa saber

A continuidade do manejo depende das regras da unidade e da avaliação de seus resultados ecológicos.

Entenda os detalhes e os próximos passos

Entre agosto e outubro de 2026, duas etapas de manejo foram realizadas na Reserva Extrativista Rio Cautário, em Costa Marques. A Sedam registrou 361 pirarucus capturados, aproximadamente 18,9 toneladas de peso bruto e 17,1 toneladas depois da evisceração. Os números descrevem a operação, não o estoque total de peixes da região.

A espécie é considerada invasora nesse ecossistema e seu controle busca diminuir pressões sobre a biodiversidade aquática. A atividade foi organizada com orientação da Sedam e participação de instituições e comunidades da reserva. Isso não representa liberação de pesca indiscriminada: o manejo segue condições e acompanhamento ambiental.

A Associação dos Seringueiros do Vale do Guaporé participou da organização e da comercialização do pescado. Segundo a divulgação estadual, cerca de 40 extrativistas participaram e a renda relacionada às duas etapas foi estimada em R$ 180 mil. Esse total não deve ser tratado como quantia distribuída igualmente a cada trabalhador.

Para avaliar os resultados de conservação, os órgãos precisam observar populações nativas e a evolução da presença do pirarucu ao longo do tempo. A captura em uma etapa não comprova isoladamente recuperação do equilíbrio ecológico, embora permita acompanhar o alcance operacional do manejo.

A foto de arquivo mostra a atividade de processamento de pirarucu no âmbito do manejo da Reserva Rio Cautário em 2024. Não retrata as capturas específicas de 2026. Ela ilustra o trabalho comunitário, não as capturas específicas de 2026.

Fonte: Sedam/RO

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