ANS incluiu o dispositivo e a inserção para pacientes que atendam aos critérios; outras quatro tecnologias também entram no Rol obrigatório.
Por Redação Pimenta Notícias
Os planos de saúde passarão a ter cobertura obrigatória para o implante de DIU ou SIU hormonal em casos de endometriose que atendam aos critérios definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A mudança entra em vigor em 1º de outubro de 2026.
A cobertura inclui o dispositivo e o procedimento de implantação para pacientes com endometriose que tenham contraindicação ou não adesão aos contraceptivos orais combinados, conforme a nova Diretriz de Utilização do Rol.
Regra não significa indicação para todas as pacientes
A inclusão no Rol estabelece a obrigatoriedade de cobertura quando os critérios da ANS forem preenchidos. A escolha do tratamento continua dependendo de avaliação e indicação médica individualizada.
Quais outras tecnologias foram incluídas
A atualização também contempla anfotericina B lipossomal para leishmaniose visceral; rituximabe para manutenção de pacientes com vasculite associada a Anca; adalimumabe para crianças a partir de 2 anos e adolescentes com uveíte não infecciosa ativa; e elastografia hepática ultrassônica para pessoas com colangite biliar primária em situações previstas pela agência.
As cinco alterações passam a integrar a cobertura obrigatória dos planos de saúde a partir de 1º de outubro de 2026.
Fonte: Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Imagem: Unsplash, via CNN Brasil — imagem de DIU.
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