Decano criticou a condução anterior do processo; André Mendonça rejeitou a acusação e classificou a manifestação como leviana.
Uma das discussões mais tensas da sessão do Supremo de terça-feira (15) ocorreu entre Gilmar Mendes e André Mendonça durante o julgamento relacionado ao caso Banco Master.
Gilmar acusou Mendonça de ter conduzido atos do processo com viés político-eleitoral. A afirmação foi apresentada pelo decano como uma crítica à escolha de datas e à forma como informações do caso foram tornadas públicas.
Mendonça rejeitou a acusação e afirmou que Gilmar estava sendo leviano. As declarações são posições dos próprios ministros e não constituem conclusão do plenário sobre eventual irregularidade.
Após o embate, Gilmar defendeu que a análise envolvendo Moraes e os questionamentos sobre a atuação de Mendonça fossem reunidos. O conflito contribuiu para que o debate processual dominasse a sessão e o mérito não fosse decidido.
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