Ministro apontou dúvidas sobre a centralização dos processos na Presidência do STF e propôs análise conjunta dos casos envolvendo Moraes e Mendonça.
Flávio Dino questionou durante a sessão de terça-feira (15) a forma como Edson Fachin passou a conduzir procedimentos relacionados às acusações contra Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Dino sustentou que a centralização das relatorias na Presidência do Supremo deveria ser analisada à luz das regras internas da Corte e defendeu que os casos relacionados ao Banco Master fossem reunidos para julgamento na sessão marcada para 23 de setembro.
A discussão se tornou uma das principais questões processuais do dia. Em vez de entrar diretamente no mérito sobre uma eventual investigação de Moraes, o plenário passou a discutir quem deveria relatar os procedimentos e se os casos deveriam tramitar juntos.
A questão permaneceu sem solução definitiva porque, horas depois, o próprio Dino pediu vista e interrompeu o julgamento. O tema deverá voltar ao plenário quando os autos forem devolvidos.
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