Gaeco cumpre três mandados de prisão preventiva e busca em Ariquemes; investigação apura, em tese, lavagem de dinheiro e milícia privada.
Por Redação Pimenta Notícias
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Gaeco, divulgou nesta terça-feira (22) a segunda fase da Operação Labirinto de Bronze. A investigação apura, em tese, crimes de lavagem de dinheiro e constituição e manutenção de milícia privada.
Nesta etapa, foram expedidos três mandados de prisão preventiva, um mandado de busca e apreensão em Ariquemes e medidas cautelares diversas da prisão contra uma investigada. As ordens foram deferidas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho.
Novas medidas vieram após análise de material apreendido
Segundo o MPRO, a segunda fase decorre da análise de aparelhos eletrônicos e documentos recolhidos na primeira etapa da operação. O órgão afirma que os elementos reforçaram indícios de uma estrutura armada e hierarquizada ligada a conflitos fundiários e de mecanismos para ocultação de patrimônio.
Justiça determinou novo bloqueio patrimonial
O MPRO informou que a Justiça também determinou o sequestro de 50% das quotas, direitos societários e direitos econômicos vinculados a uma empresa sediada em Aparecida de Goiânia. Na primeira fase, as medidas patrimoniais decretadas alcançaram valor global superior a R$ 48 milhões, segundo o órgão.
As medidas são cautelares e a investigação ainda está em curso. As pessoas envolvidas são tratadas como investigadas e têm assegurado o direito de defesa e a presunção de inocência.
Fonte: MPRO/Gaeco — divulgação reproduzida pelo Rondoniaovivo.
Imagem: Assessoria/MPRO, via Rondoniaovivo.
Fonte: MPRO/Gaeco — divulgação reproduzida pelo Rondoniaovivo
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