Jornalista, escritora e ativista foi uma das fundadoras da União de Mulheres de São Paulo e referência em direitos humanos.
A jornalista, escritora e ativista Maria Amélia de Almeida Teles, conhecida como Amelinha Teles, morreu nesta terça-feira (15), aos 81 anos.
Amelinha teve trajetória ligada à defesa dos direitos humanos, da memória e da verdade e à organização do movimento de mulheres no Brasil. Durante a ditadura militar, foi presa e sofreu tortura, episódio que marcou parte de sua atuação pública posterior.
Em 1981, foi uma das fundadoras da União de Mulheres do Município de São Paulo. Também coordenou o projeto Promotoras Legais Populares, voltado à formação de mulheres sobre direitos e acesso à Justiça.
Ao longo da vida, recebeu reconhecimentos por sua atuação e publicou obras sobre feminismo, direitos das mulheres e memória política. Ministérios e entidades de direitos humanos divulgaram notas de pesar.
Fonte: Ministério das Mulheres
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