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PF localiza três balsas usadas em mineração ilegal de ouro no Rio Muriaé

• 01:19:00
PF localiza três balsas usadas em mineração ilegal de ouro no Rio Muriaé
Polícia Federal / Divulgação — origem e licença da imagem

Duas embarcações estavam abandonadas e uma operava no momento da chegada dos agentes; equipamentos foram apreendidos para investigação.

Por Redação Pimenta Notícias

A Polícia Federal localizou nesta quarta-feira (30) três balsas utilizadas na extração ilegal de ouro no Rio Muriaé, na região de Governador Venâncio, no Norte Fluminense. A ação resultou na apreensão de equipamentos e materiais associados à atividade minerária.

Segundo a PF, duas das embarcações estavam abandonadas. Uma terceira funcionava no momento em que os agentes chegaram à área.

Pessoas deixaram o local durante a abordagem

Os indivíduos que realizavam a atividade fugiram com a aproximação da equipe policial. A nota oficial não informa prisões na ação desta quarta-feira.

Equipamentos e outros itens utilizados na extração foram apreendidos e serão analisados. Esse material pode ajudar a esclarecer como a operação funcionava e quem estava envolvido.

Investigação continua

A Polícia Federal informou que as apurações seguem para identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias da exploração ilegal no rio.

A existência de balsas e equipamentos em operação é um dos elementos da investigação, mas a responsabilização criminal depende da identificação dos envolvidos e da análise das provas reunidas.

Extração mineral exige regularidade

Atividades de mineração dependem de autorizações específicas e estão sujeitas a fiscalização ambiental e mineral. Quando há suspeita de extração sem autorização, o material encontrado pode subsidiar procedimentos administrativos e criminais.

No caso do Rio Muriaé, a PF não divulgou nesta etapa o volume de ouro eventualmente retirado nem estimativa de dano ambiental. Essas informações podem depender de perícias e de outras diligências.

O que ainda depende da investigação

A Polícia Federal não divulgou nomes de suspeitos, quantidade de ouro eventualmente extraída, destino do minério nem estimativa financeira da atividade. Também não informou, nesta etapa, se já existe avaliação quantificada de dano ambiental. Esses pontos permanecem sujeitos às diligências e à análise dos materiais apreendidos.

A própria PF afirma que os equipamentos e demais itens recolhidos poderão contribuir para o avanço das investigações. A apuração deve buscar identificar os responsáveis e reconstruir as circunstâncias da exploração ilegal no trecho do Rio Muriaé.

Fonte consultada: Polícia Federal.

Imagem: Polícia Federal/Divulgação.

Fonte: Polícia Federal

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